terça-feira, 30 de novembro de 2010
Depois da neblina, vem o Sol.
Mas seguirei, por piedade a mim mesmo.
O que eu mais queria, agora é poder te abraçar novamente
Dizer que te amo, e falar que você ainda é minha vida
Mas não posso mais.
Isso dói muito, não vou mentir
Mas se para chegar ao bem, as lágrimas são necessárias
Assim o farei
Não digo por mim:
A perdição é eterna, mas não quero mais ver você chorar.
Se pensas que tudo isso, faço por prazer
está enganada.
Cansei, apenas de acelerar meu coração com sua imagem
sabendo que nunca "seria".
Se acreditas que não, saiba que sim:
Eu te AMO.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Jamais grite para o mundo que não está aqui.
Recostado na poltrona, à sua frente, ele se perguntava o que se passava no interior daquela garota, cuja súplicas eram tão intensas.
Não mais sabía se poderia confiar no que diziam os sentidos.
Foi para a cama e dormiu, na esperança de ser atendido por um doce afeto que tocasse a alma daquela mulher.
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
Ideias 01
Extratos de uma essência qualquer
"Querida Camila. Desculpe, mas não mais dar-te-ei um beijo. Embora meu amor por você ainda seja infinito, o medo de te perder continua e é tão grande quanto o desejo de te acompanhar." [...]
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Conversa de botas batidas [...]
- Esta parte é fo%''*
- É mesmo? Já passou por aqui?
- Sim. Agora você vai descer pra um outro lugar, aí.
- Humm.
- Lá embaixo, é onde "um filho chora e a mãe não vê!"
- Hehe!
- Ou melhor... Lá embaixo, o filho chora e a mãe nem fica sabendo!
Um dos amigos olha para o outro que falava, com ar desconfiado.
O outro continua:
_ Ah! Quer saber? Lá embaixo, é tão dificil, mas tão dificil, que ninguém saí vivo, de lá!- e continua:
- Lá embaixo, as mães são tão perdidas, que ainda nem descobriram que têm filhos!
Um sorriso maroto. Os dois riem e se consomem na finita tarde de mais um Domingo à toa.
( By d r i K o ) 02:48H || 21/09/2010
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Singelamente...
Vemos e cremos naquilo que não é legal sentir.
Distâncias nos separam de nossos verdadeiros desejos.
Sabemos onde estamos, sabemos para onde ir, mas no fundo, de que adianta, se a nós não interessa partir?
Cada um, somos dois, que formará novamente o um que podemos ser.
As línguas cessaram e as vozes calaram-se. Realmente era um todo, completado por duas metades, que unia novamente o desejo no interior de cada um.
Seu sopro, quase divino transformou-se em música e era capaz de curar quaisquer feridas...
Heal the wonds!
Aquela sensação de “deja vù” fazia-se passada, mas é claro, em você, eu continuava a pensar.
Como gotas de orvalho, suas lágrimas molhavam minha face.
“Seus olhos chispantes podiam retalhar minha pele bárbara e forçar toda a gravidade a se afastar”
